Reprodução Humana Assistida

A Reprodução Humana Assistida é uma área do conhecimento científico onde se aplicam técnicas para melhorar os resultados reprodutivos. Na medicina reprodutiva, existem as técnicas de baixa e de alta complexidade, onde ambas têm como objetivo resolver problemas de infertilidade de mulheres e casais.

De acordo com a causa da infertilidade, se aplica a técnica mais indicada. A Inseminação Intrauterina (IIU) é uma das técnicas de baixa complexidade e a Fertilização in Vitro (FIV), popularmente conhecida com bebê de proveta, é uma das técnicas de reprodução assistida de alta complexidade.

O profissional habilitado a realizar as técnicas de reprodução assistida é o médico ginecologista, capacitado na área de reprodução assistida. Para tal, deve ter uma especialização na área e agora o “Certificado de Atuação na Área de Reprodução Assistida”, emitido pela Associação Médica Brasileira (AMB), em conjunto com a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO).

Mulheres e casais que não conseguem obter uma gestação ao longo de um ano de tentativas ou aquelas pacientes que já possuem algum problema de saúde, que pode comprometer a fertilidade, devem procurar um especialista em reprodução humana.

Além desses, deve-se lembrar de que as mulheres que decidem adiar a gestação por motivos pessoais e/ou profissionais podem procurar um especialista e contar com a técnica de preservação social da fertilidade, por meio do congelamento de óvulos.

A RRT Clínica da Mulher atua na área de medicina reprodutiva desde 2004 e tem como sócio-diretor clínico o Prof. Dr. Thomas Gabriel Miklos e uma equipe de ginecologistas e obstetras, com especialização em reprodução humana assistida, infertilidade e endoscopia ginecológica (laparoscopia e histeroscopia).

Durante os 14 anos de vivência acadêmica e atuação profissional nessa área, a RRT atende mulheres e casais inférteis ou pessoas que necessitem de técnicas de reprodução humana assistida, oferecendo todo suporte técnico-científico atualizado, tratamento clínico e cirúrgico especializado, além de orientar mulheres e casais sobre a importância da preservação da fertilidade, sem perder o mais importante – a ética, a honestidade e o acolhimento humano.

Se você está em busca de tratamento ou necessita de avaliação para o seu caso, solicite o Agendamento de Consultas e venha conversar conosco.

Consulte-nos sobre as opções de pagamento, referente aos honorários médicos.

Conheça mais sobre as principais técnicas de reprodução humana:

Investigação da Fertilidade

Devem procurar um especialista em infertilidade, os casais que ao longo de um ano de tentativas não conseguem obter uma gestação, mulheres portadoras de doenças que podem comprometer a fertilidade, como a temida endometriose, miomas uterinos, ovários policísticos e endocrinopatias, mulheres com idade acima dos 35 anos, e pacientes portadores de algum tipo de câncer, entre outras doenças.

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A Fertilização in Vitro (FIV), popularmente conhecida com bebê de proveta, é uma técnica de reprodução assistida de alta complexidade, para resolver problemas de infertilidade em pacientes com endometriose severa, trompas obstruídas, idade materna avançada, fator masculino grave, entre outras.

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Inseminação Intrauterina

A Inseminação Intrauterina (IIU) é uma técnica de reprodução assistida de baixa complexidade, desenvolvida antes da Fertilização in Vitro (FIV).

A IIU é indicada para casos mais simples de infertilidade como infertilidade sem causa aparente (ISCA), alterações leves do espermograma, endometriose inicial, alterações da ovulação como a síndrome dos ovários policísticos, casais com dificuldade de manter a vida sexual nos momentos fisiológicos oportunos, entre outros casos.

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Preservação Social da Fertilidade

Nos últimos anos, os avanços tecnológicos da reprodução humana assistida mudaram o rumo das mulheres e casais no que se refere à fertilidade.

Hoje, as técnicas de congelamento de embriões, de espermatozoides e de óvulos são uma realidade e abriram uma nova área na reprodução humana, chamada Preservação Social da Fertilidade.

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Reanastomose Tubária

A reanastomose tubária é uma cirurgia ginecológica, que tem por objetivo transformar uma trompa onde foi feita uma laqueadura tubária prévia em uma trompa viável para uma nova gestação.

Muitas mulheres optam pelo método definitivo de planejamento familiar, a laqueadura tubária, quando já tem a sua prole formada.

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Doação de Óvulos

Muitas mulheres apresentam sua quantidade de óvulos quase esgotada, devido a causas como busca tardia da gestação, doenças como endometriose, cirurgias ovarianas prévias, pós-quimioterapias, falha de resposta ovariana em tratamentos de FIV anteriores, entre outras causas.

Nesses casos, existe a opção de realizar a FIV com óvulo de doadoras.

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Útero de Substituição

Para que ocorra uma gestação é necessário um endométrio (camada mais interna do útero) receptivo.

Existem situações em que o útero é desfavorável para receber um embrião, tais como um útero após várias miomectomias (cirurgia para a retirada de miomas uterinos) ou a presença de sinéquias uterinas, que são aderências na cavidade uterina, geradas, por exemplo, devido a curetagens uterinas, entre outras causas.

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Recomendação:

Ressaltamos a importância de sempre consultar um especialista, para uma melhor avaliação da paciente e para a correta indicação da técnica de reprodução humana assistida adequada para cada caso.

Se você está em dúvida, insegura ou gostaria de mais esclarecimentos, entre em contato com a RRT Clínica da Mulher e solicite o agendamento de consulta.

O corpo clínico da RRT Clínica da Mulher está sempre à disposição para fazer o melhor pelas suas pacientes, com respeito, responsabilidade e transparência.

Considerações gerais:

  • No ciclo de tratamento da FIV, a paciente mantém a rotina da sua vida pessoal e profissional, não havendo a necessidade de férias.
  • No dia da punção folicular e da transferência dos embriões, aconselha-se repouso apenas nesses dias.
  • O número de dias de aplicação das medicações varia de paciente para paciente e conforme a resposta folicular frente ao hiperestímulo ovariano com gonadotrofinas, porém costuma durar em média cerca de 10 dias.
  • Entre o início do tratamento e o dia da transferência dos embriões, levam-se aproximadamente 17 dias. Após, a paciente deve aguardar 14 dias e realizar o exame BHCG no sangue para a confirmação da gestação que, inicialmente, é bioquímica.